domingo, 27 de abril de 2014

ANSEIO

De uma ânsia nascente que em sonho assolou o sossego, veio-me este poema sem rumo definitivo!

Anseio
  Ir ao seio
Sedento
   Do vento
Suave
   Que Samba
Roupas
   No varal
E comer
   Das nuvens
E soprar
   Estrelas
E pular
   Planetas
E pontilhar
   Reticências
Falar
  “Etc. e tal”
E somente
   Continuar
Do nada
   A parada
Que alguém
   Deixou
   Inacabada
A história
   Cabal
Que atropela
   O céu
   Sub-animal
   Da gente!

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