terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

VENTO (II)

vento de guarda-chuvas
de folhas secas
de sussurros
confessor
cura a dor
da mágoa minha
dá-me rumo
dá-me força
dá-me ser
o mais-de-mim
dá-me ser
o que sonhei melhor
e o que arquitei
de mais bonito
tu que não vejo
mas que desejo
sempre comigo
vento quente
da coragem
e do sonhar.

Um comentário:

  1. Esse vento deveria soprar o amor no coração das pessoas e semear a união. Quem sabe seria dito não a violência, entre irmãos.

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