domingo, 9 de dezembro de 2012

CARIMBADO E ASSINADO (II)

ACORDA, COREAÚ!

Coreaú precisa se inserir na vida do Estado com um calendário de eventos consistente de realizações, como feira de livros, encontros sobre educação, festival de música (Camocim, Meruoca e Viçosa do Ceará são bons exemplos!) e de formação de pessoal, etc! O município precisa descobrir sua vocação. Chega de marasmo, num município que vive a reboque de territórios vizinhos (são porque lembrei logo de Sobral. Ih!), quando deveria quebrar essa sina. Mas como fazer isso, se nem sua capacidade agrícola é robustecida? Falta determinação, denodo, planejamento, competência,... Faltam lideranças fortes, que tenham condições, por exemplo, de arrastar pra lá as indústrias que já ocupam muitos espaços no interior do Estado! E não é rodeado de embustes, em forma de liderança, que se vai chegar a isso! Aqueles que ocupam a boca do povo por "se venderem" em épocas eleitorais estão por perto? Chamem o Ronda!

João Teles de Aguiar
Educador

ACORDA, COREAÚ II!

Há tanto o que fazer que é natural que se tenha alguma paciência para que os resultados dos projetos apareçam. Os resultados, ressalte-se; porque as iniciativas devem ser imediatas, observadas as possibilidades orçamentárias, visto que as diretrizes já estão no plano de governo apresentado durante as eleições. Espero, sinceramente, que não se incorra no mesmo erro de há quase 20 anos atrás, priorizando-se a construção de obras de aformoseamento e olvidando-se da adoção de medidas tendentes à criação e à distribuição de renda no município, que tem na miséria o seu maior flagelo. É preciso atentar para as peculiaridades locais, ser sensível às principais necessidades das pessoas, como saúde, educação e renda. Mais do que de um(a) gerente eficiente, Coreaú precisa de um(a) administrador(a) público(a) comprometido(a) com a redução das principais carências dos munícipes: a carência econômica, a carência de saúde, a carência de cultura...

Se a futura prefeita enfrentar satisfatoriamente os principais desafios, não estará plantando revolução, não estará instalando comunismo, nem estará se convertendo em objeto de adoração, mas estará decerto cumprindo seus deveres de prefeita e se credenciando para uma tranquila reeleição.


Francisco Eliton A. Meneses
Defensor Público

Trazer indústria é complicado, sobretudo se for pra escravizar nossa mão de obra. Mas, há maneiras das pequenas indústrias surgirem aqui mesmo, como no beneficiamento da produção advinda da agricultura familiar (que precisa ser potencializada, rompendo as amarras das técnicas precárias), no feitio de doces, conservas, poupas, artesanato, arte regional, tal como as peças de barro e madeira - capacitações podem repassar as técnicas aos nossos trabalhadores, e feiras e orientação para o acesso ao crédito podem facilitar; enfim, não faltam meios de fazer essa terra prosperar, restando somente uma única e simples coisa: vontade política. Veremos o quanto inovadora pode ser a prática em comparação ao discurso. O povo da Palma já se escaldou por demais!

Benedito Gomes Rodrigues
(Deste blogue)

Nenhum comentário:

Postar um comentário